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Jogadores e dirigentes assinam contrato e locaute acaba oficialmente

A temporada 2011/12 da NBA está oficialmente salva. Jogadores e dirigentes da liga assinaram nesta quinta-feira o novo acordo coletivo de trabalho. Com isso, chega ao fim o impasse entre as partes sobre os rumos dos próximos anos na liga profissional de basquete e as atividades podem ser retomadas.

Como já era esperado, jogadores e dirigentes se reuniram nesta quinta-feira em Nova Iorque para votar o novo acordo coletivo de trabalho na NBA. O contrato assinado terá validade pelos próximos dez anos e garante a temporada 2011/12 ainda que de forma reduzida.

Para a confirmação do acordo, dirigentes e jogadores precisavam da maioria simples na votação. Entre os cartolas, 25 dos 30 possíveis foram favoráveis. Entre os atletas, a adesão foi de 86%, de acordo com dado fornecido pelo sindicato que os representa.

Com isso, as atividades na NBA podem ser retomadas normalmente. Esta sexta-feira foi a data marcada pela liga para o começo dos campos de treinamento e também da abertura do mercado para a troca de jogadores e contratações de agentes-livres.

Jogadores receberão 25% a menos de salário por conta do locaute

Se a intenção dos jogadores da NBA era conseguir manter os altos salários pelos próximos anos, a tentativa não deu certo a curto prazo. Com o cancelamento de parte da próxima temporada, os atletas da liga profissional de basquete irão receber quantias proporcionais ao número de partidas realizadas.

O sindicato dos atletas repassou aos seus filiados nesta quarta-feira um memorando com algumas das exigências para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho. Os jogadores tem um prazo para a votação. Em caso de aceitação, a NBA terá encerrado de forma definitiva a sua greve.

<!--more-->Como o impasse se estendeu além da data prevista para o começo da temporada, o próximo campeonato terá um número reduzido de partidas. Ao invés dos 82 jogos tradicionais, cada equipe entrará em quadra apenas 66 vezes por conta da falta de tempo.

O cancelamento de parte da temporada irá afetar diretamente o bolso dos jogadores. Os atletas receberão apenas a parte referente aos 66 jogos que farão ao longo do campeonato 2011/12.

O principal afetado pela crise é Kobe Bryant. Maior salário da liga, o jogador do Los Angeles Lakers é também o que mais vai perder por conta do impasse. O craque do time californiano receberá "apenas" US$ 19,8 milhões pelo próximo campeonato. Se a temporada fosse completa ele iria faturar 25,2.

Kevin Garnett é outro que ficará com o bolso menos cheio por conta da greve. O jogador do Boston deixará de faturar US$ 4 milhões. Melhor jogador do último campeonato, Derrick Rose não perderá uma quantia tão alta. O armador do Chicago Bulls vai ganhar US$ 1,4 milhão a menos.

Sindicato vota acordo coletivo nesta quarta

Embora os preparativos para a próxima temporada da NBA já estejam acontecendo, ainda há pendencias referentes ao locaute que precisam ser definidas. Os jogadores vão votar, a partir desta quarta-feira, se aprovam ou não os detalhes dos novos termos da construção do acordo coletivo de trabalho propostos pela liga profissional de basquete dos EUA.

De acordo com a revista norte-americana Sports Illustrated, os jogadores receberão por email nesta quarta-feira todos os termos detalhados do novo acordo coletivo. Uma reunião do sindicato com os atletas também está marcada bem como uma vídeo-conferência para os que não puderem participar.

A tentativa de acordo, deve confirmar o final do impasse na questão de divisão de faturamento dos lucros da liga entre equipes e jogadores. Com isso, os campos de treinamento devem ser confirmados para ter início já nesta sexta-feira.

Jogadores da NBA aprovam volta do sindicato

Os jogadores da NBA deram mais um passo em direção ao final do locaute. Em reunião na manhã desta sexta-feira em New York, os atletas da liga profissional de basquete dos EUA votaram pela reformulação do sindicato que os representa nas negociações com os dirigentes das franquias.

De acordo com o site norte-americano Inside Hoops. mais de 300 jogadores votaram nesta sexta de forma favorável à reconstrução do sindicato. Com isso, as negociações com os dirigentes dos clubes para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho pode ser retomada.

O sindicato havia sido dissolvido no último dia 14 de novembro uma vez que as negociações sobre a divisão de faturamento da liga não evoluíram. A postura dos jogadores abriu a possibilidade de processos na justiça contra a NBA e também aumentou os boatos de cancelamento da temporada 2011/12.

Contudo, jogadores e dirigentes finalmente chegaram no último sábado, ainda de forma não oficial, a um acordo na divisão de tudo o que a liga fatura. Com isso, abriu-se caminho para novas negociações que devem acontecer nesta sexta-feira, de acordo com a ESPN norte-americana.

Após cinco meses bloqueados, jogadores podem utilizar ginásios da NBA

O locaute da NBA está de fato chegando ao final. Após cinco meses completos de atividades suspensas, os jogadores da liga profissional norte-americana de basquete finalmente poderão voltar a utilizar as instalações de seus clubes. Os ginásios das franquias serão reabertos nesta quarta-feira.

Foram 153 dias com cadiados nos portões dos ginásios. Contudo, esta quarta-feira reserva uma ótima notícia para os fãs da NBA. Tim Frank, porta-voz oficial do campeonato, enviou uma carta aos times avisanso sobre a liberação da entrada de jogadores nas instalações da franquia. Com isso, os atletas podem retomar as atividades que foram suspensas no primeiro dia de julho.

Apesar da possibilidade de usar os ginásios das franquias, os jogadores podem apenas começar a sua preparação para a próxima temporada de forma extra-oficial. Os atletas também poderão fazer exames físicos. Os campos de treinamento organizados pelas equipes e com autorização da NBA terão inicio apenas no próximo dia nove de dezembro.

Os novatos que ainda não possuem contratos assinados com suas respectivas equipes também poderão iniciar a preparação. Contudo, dirigentes e treinadores não poderão participar das atividades coletivas dos jogadores.

Outra mudança permitida pela NBA nesta quarta-feira é sobre a negociação entre jogadores e times. Dirigentes e agentes estão liberados para conversar e abrir as negociações. No entanto, os contratos só poderão ser fechados na segunda semana de dezembro.

Equipes jogarão mais vezes dentro da conferência

Com o acordo entre dirigentes e jogadores próximo de ser confirmado para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho, os preparativos para a realização da próxima temporada já começam a ser feitos. Entre eles, está o desenvolvimento de uma nova tabela. Nos planos iniciais, cada equipe fará 48 jogos dentro de sua própria conferência.

A temporada 2011/12 da NBA deve mesmo começar no próximo dia 25 de dezembro. A data, antes reservada para os jogos mais aguardados do campeonato, deve ser confirmada como a abertura da liga após cinco meses de um impasse entre jogadores e dirigente que custou o cancelamento de seis semanas de partidas.

De acordo com o site norte-americano ESPN, a NBA já planeja a nova tabela da disputa. A temporada não será completa com cada equipe fazendo 82 jogos. Serão apenas 66 para cada equipe.

Com um período reduzido para a realização das partidas, a NBA também irá fazer alterações nas viagens realizadas pelas equipes. Serão 48 jogos (72% da tabela) contra times da mesma conferência. As franquias, que antes atravessavam o país para fazer 15 jogos com rivais da outra metade da tabela, em 2011/12 farão apenas nove. Com isso, os times não vão visitar todas as cidades.

Apesar da tentativa, as equipes jogarão mais em menos tempo. A média de partidas por mês aumetou. Cada franquita fará dois jogos a mais no período de 30 disso. Isso por que a liga conseguiu ampliar o seu calendário em apenas duas semanas em relação ao último disputado. A programação da final é para 26 de junho.

Jogadores aceitam proposta e locaute chega ao fim

Finalmente, uma boa notícia para os fãs da NBA. Próxima de completar cinco meses de atividades suspensas, a liga profissional de basquete dos EUA pode ter o desfecho de sua greve. Após uma reunião que começou na última sexta e terminou nas primeiras horas deste sábado, jogadores e dirigentes se aproximaram de um acordo para salvar a temporada 2011/12.


NBA cancela jogos até 15 de dezembro

A cada dia que passa a disputa da próxima temporada da NBA fica mais ameaçada. Ainda longe de um acordo coletivo de trabalho para retomar as atividades, David Stern, comissário oficial da liga, confirmou o cancelamento de todas as partidas até o dia 15 de dezembro.

O ultimato dado por Stern aos jogadores na semana passada não teve o efeito desejado. A oferta da liga feita para a divisão de faturamento não agradou o sindicato dos atletas. Sem acordo, a NBA, que já tinha as partidas de novembro já canceladas, viu a crise aumentar até metade do último mês de 2011.

Com a decisão tomada por Stern, a próxima temporada já teve um total de 324 jogos cancelados. Agora, o campeonato 2011/12, caso seja realizado, não contará com 26% das partidas programadas.

A situação que já é complicada pode ficar ainda pior. Isso por que os jogadores ameaçam acabar com a representação através do sindicato para processar a NBA. Caso isso aconteça, a decisão aconteceria apenas nos tribunais norte-americanos. Tal ação faria o desfecho do locaute levar ainda mais tempo e pode resultar no cancelamento da próxima temporada.

Os dirigentes ofereceram aos jogadores 50% de tudo o que a liga fatura. No acordo anterior, o sindicato levava 57%, mas aceitou negociar por 52,5%. Essa diferença aceita pelos atletas representam aproximadamente US$ 200 milhões a menos por ano.

A NBA está com todas as atividades suspensas desde o primeiro dia de julho, data de vencimento do último acordo. O próximo campeonato tinha primeiro de novembro como data para começar.

Jogadores recusam ultimato e temporada da NBA pode ser cancelada

O clima de tensão está cada vez mais presente na NBA. Os sindicato dos jogadores decidiu não aceitar a última oferta feita pelos dirigentes para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho. Com a falta de acerto, a possibilidade de cancelamento da temporada 2011/12 do basquete norte-americano é cada vez mais latente.

Após uma reunião em que apresentou aos jogadores a proposta que David Stern, comissário oficial da liga, chegou a chamar de derradeira, o sindicato dos atletas chegou a uma decisão que pode resultar no cancelamento de toda a temporada 2011/12. Billy Hunter, um dos representantes dos jogadores, afirmou em entrevista ao site norte-americano ESPN que "o sindicato não está preparado pra aceitar esta oferta".

A decisão foi anunciada por Derek Fisher, presidente do sindicato, em uma entrevista coletiva. O jogador do Los Angeles Lakers estava ao lado de alguns dos principais nomes do campeonato como Kobe Bryant e Carmelo Anthony. O representante dos atletas afirmou que a decisão aconteceu de forma unânime.

Hunter afirmou entender as consequências dessa postura, mas disse que considera a proposta da liga como "um negócio extremamente injusto". Na última semana, o sindicato dos jogadores recebeu de forma oficial uma proposta onde a divisão de faturamento seria igual entre os dirigentes e os jogadores.

Derek Fisher seguiu a postura de Hunter: "esta é a melhor decisão para os jogadores", disse. "Todos temos coisas em jogo, mas sabemos que isso é importante. Não é só por nós, mas por todos os jogadores que virão na próxima década".

A decisão já chegou aos ouvidos de Stern. Em entrevista a um programa de televisão da ESPN norte-americana, o dirigente afirmou estar "triste", considerar a situação "uma tragédia" e falou que os jogadores "estão procurando a auto-destruição". O cartola ainda disse que com essa postura dos atletas, a disputa da próxima temporada fica realmente ameaçada.

A NBA está com todas as atividades suspensas desde o primeiro dia de julho, data do final do último acordo de dez anos. Desde então, inúmeras reuniões já foram realizadas e a aproximação parece cada vez mais distantes. A temporada 2011/12 tinha data prevista para começar no dia um de novembro. Contudo, a falta de acordo resultou no cancelamento de todas as partidas do mês.  

Stern elabora nova proposta, da ultimato e coloca disputa da temporada em risco

Os jogadores da NBA estão mais uma vez contra a parede. Após duas reuniões na última semana, David Stern, comissário oficial da liga, deu mais um ultimato aos atletas. O dirigente elaborou uma nova oferta para a construção de um acordo coletivo de trabalho e ela pode ser definitiva para a disputa ou o cancelamento da próxima temporada do basquete norte-americano.

Stern deseja que a próxima temporada da NBA comece a ser disputada no máximo a partir do próximo dia 15 de dezembro. Para isso, o dirigente deu como prazo a próxima terça-feira para que o sindicato aceite a nova proposta que ele considera como derradeira.

Na nova oferta, Stern recuou do 51% do faturamento da liga oferecido na última reunião. O dirigente propôs uma divisão igual de tudo o que a NBA fatura. Na temporada passada, o campeonato arrecadou aproximadamente US$ 4 bilhões. Nesses parâmetros, os jogadores vão perder aproximadamente US$ 300 milhões por ano em relação ao último acordo.

O salário médio na NBA também vai cair. No último campeonato, esse valor era de US$ 5 milhões. De acordo com a nova oferta, os jogadores vão receber em média US$ 3 milhões. No entanto, neste ponto da negociação a NBA melhorou a oferta. A liga oferecia US$ 500 mil a menos.

Outra oferta da NBA que favoreceu os jogadores foi o aumento salarial dos atletas que ficarem pelo menos três anos na mesma equipe (os chamados Bird Rights). Nesta situação, o novo contrato será construído com 6,5% a mais do que o vínculo anterior e não o 5,5% oferecido nas outras negociações.

Os jogadores também vão poder negociar seus contratos em um tempo menor. Os Bird Rights assinarão contratos de cinco anos (no acordo anterior eram seis temporadas) enquanto os outros atletas farão vínculos de quatro campeonatos.

De acordo com a nova oferta, a construção do novo acordo coletivo de trabalho será de dez anos com opção de quebra de contrato na sexta temporada, conforme um pedido do sindicato. Na proposta anterior, a liga havia colocado a possibilidade de finalização do vínculo apenas no sétimo ano.

Com a nova oferta nas mãos, o sindicato dos jogadores irá apresentar a oferta aos seus afiliados nesta segunda-feira.

Para Stern, quebra do sindicato anularia salários garantidos aos jogadores

Com os rumores de que os jogadores tenham planos para acabar com o sindicato e processar a NBA para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho, o locaute pode ganhar um novo episódio. E não seria nada favorável aos atletas. Segundo David Stern, comissário oficial da liga, uma ação judicial contra os dirigentes poderia cancelar os contratos de todos os jogadores.

Após mais de 20 horas de reuniões e nenhum acordo na última semana, a pressão de alguns jogadores para a dissolução do sindicato aumentou. De acordo com o site norte-americano ESPN, Paul Pierce (atleta do Boston Celtics) e alguns agentes não estão contentes com a postura tanto dos dirigentes quanto do sindicato.

"Se o sindicato não existe, os US$ 4 bilhões de contratos fechados com ele na condição de união também não existem", disse Stern em entrevista ao site norte-americano ESPN. "Os agentes dos jogadores gostam de brincar com fogo. Parece que dessa vez eles vão acabar se queimando".

A quebra do sindicato levaria a decisão para os tribunais. Segundo Stern, essa postura dos jogadores poderia resultar no cancelamento de toda a temporada da NBA.

Sem acerto, negociação falha e ultimato de Stern ao jogadores ganha tempo

O ultimato dado por David Stern ao sindicato dos jogadores recebeu uma mudança de prazo. Após reunião nesta quarta-feira, o dirigente da NBA decidiu dar um dia a mais aos atletas para aceitarem a proposta sobre a divisão dos lucros da liga. Com isso, as negociações seguirão nesta quinta.

Stern havia anunciado que a quarta-feira seria o último dia para o sindicato aceitar a oferta de 51% de tudo o que a liga fatura. O dirigente ameaçou voltar ao começo das negociações e dar apenas 47% dos lucros aos jogadores.

Antes mesmo da reunião desta quarta, Derek Fisher, presidente do sindicato, afirmou que os atletas não iriam aceitar a nova oferta. Com isso, o impasse aumentou junto com a possibilidade de cancelamento de jogos até o final de 2011.

A reunião desta quarta contou com um pequeno grupo de jogadores e dirigentes. Foram mais de 12 horas de negociações, mais uma vez sem sucesso. Com todas atividades paralizadas desde o primeiro dia de julho, o locaute (como tem sido chamado o impasse), já soma 132 dias.

Os grupos voltam a se encontrar nesta quinta em Nova Iorque. No entanto, após o encontro desta quarta nenhum dos lados envolvidos na negociação mostrou otimismo em relação ao novo acordo coletivo de trabalho.

"Não podemos dizer que aconteceu um progresso significativo hoje", disse Fisher em entrevista ao site norte-americano ESPN. "Vamos retomar amanhã e vamos pelo menos fazer os esforços necessários para tentar concluir isto".

Stern seguiu a mesma linha: "Não tivemos sucesso. Nós estamos lá negociando. Não quero olhar com pessimismo ou otimismo. Mas nós estamos falhando".

Jogadores recusam nova proposta da NBA e greve segue

Se o prazo dado por David Stern para o final do impasse que paralisou as atividades na NBA era esta quarta-feira, os fãs da liga profissional de basquete norte-americano podem ficar mais preocupados. Isso por que o sindicato dos jogadores já sinalizou que não irá aceitar a última oferta dos dirigentes para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho.

Após o encontro do último sábado, Stern subiu a proposta de 50% para 51% aos jogadores na divisão dos lucros da NBA. O dirigente ameaçou voltar aos 47% oferecidos no começo das negociações caso o sindicato não aceitasse o acordo até esta quarta. Alguns atletas chegaram a dizer que a oferta do comissário da liga foi de apenas 50,2% e não os 51% informado.

De acordo com o site norte-americano ESPN, o sindicato dos jogadores não irá aceitar a oferta de Stern. A medida mantém a greve na NBA. Assim, todas as atividades seguem suspensas e a temporada (que deveria ter começado no primeiro dia de novembro e tem mais de 200 jogos cancelados até o momento) segue sob ameaça de não ser realizada.

"Nossas ordens são claras", disse Derek Fisher, presidente do sindicato dos atletas. "A proposta da NBA que temos sobre a mesa não é aquela que podemos aceitar".

Fisher ainda afirmou que não vê uma maneira de começar e encerrar o negócio nesta quarta-feira partindo das bases anteriores.

Billy Hunter, advogado do sindicato seguiu a mesma linha de raciocínio: "Os jogadores estão certos de que essa não é uma proposta aceitável. Por conta do compromisso com o jogo, eles estão dizendo que querem voltar, mas precisamos de um negócio melhor".

Problemas internos nos grupos atrapalham negociação sobre o locaute

Se já está difícil o entendimento entre o sindicato dos jogadores e os dirigentes da NBA para a construção de um novo acordo coletivo de trabalho, a situação pode ficar ainda pior. Isso por que os grupos possuem problemas e divisões internas para resolverem enquanto as negociações e a paralização das atividades da liga seguem.

Sindicato dos jogadores tem até quarta para aceitar nova proposta da NBA

O impasse sobre o futuro da NBA tem data para acabar: a próxima quarta-feira. Esse foi o prazo dado por David Stern, comissário oficial da liga, para que o sindicato dos jogadores aceite a proposta para um novo acordo coletivo de trabalho. Sem acerto no período, o cartola ameaçou retirar a proposta de 51% (anterior era de 50%).

Dirigentes e jogadores voltaram a se encontrar na noite deste sábado para acabar com a greve que já causou o cancelamento de mais de 200 jogos da próxima temporada. No entanto, nenhum avanço foi feito nas negociações e a NBA continua com todas as atividades suspensas.

<!--more-->Com proposta de 51% para o sindicato (jogadores pedem 52,5%), Stern afirmou após a reunião em Nova Iorque que pretende acabar com o locaute ainda nesta semana. Para isso, o dirigente deu quatro dias para que o sindicato aceite a proposta dos cartolas. Em caso de negativa, o comissário revelou que a oferta sofrerá uma redução.

"Teríamos condições de chegar a um acerto com essa proposta apenas até a próxima quarta-feira", disse Stern ao site norte-americano ESPN após a reunião. "Esperamos que esse reajuste na oferta faça o sindicato reavaliar sua posição e aceitar a proposta".

Apesar da pequena melhora da oferta feita pela NBA, o sindicato não se mostrou muito animado após a última reunião. De acordo com Derek Fisher, representante dos atletas, o sábado de encontro com os dirigentes foi "um dia frustrante".

De acordo com o site norte-americano ESPN, Stern planeja reduzir a proposta de 51% caso os jogadores não a aceitem até a próxima quarta. Segundo a publicação, o dirigente estuda voltar aos 47% oferecidos no começo das negociações.

Sem acerto, NBA ficará sem jogos em novembro

Os boatos de que os dirigentes da NBA e o sindicato dos atletas estavam próximos de um acerto para um novo acordo coletivo de trabalho não se confirmaram. Após mais um insucesso na reunião desta sexta-feira, David Stern (comissário oficial da liga) decidiu pelo cancelamento das partidas do mês de novembro.

Após mais quase 30 horas de reunião na quarta e na quinta-feira, tanto jogadores quanto os dirigentes da NBA pareciam otimistas no acordo que possibilitaria a disputa da próxima temporada. No entanto, o impasse voltou a ficar claro quando a questão de divisão de faturamento voltou a ser discutido.

Os dirigentes querem uma divisão igual no faturamento da liga. De acordo com o site norte-americano ESPN, o sindicato dos atletas pedem 52,5% de tudo o que o campeonato arrecada. Essa diferença corresponde a aproximadamente US$ 100 milhões por ano.

Após a reunião, Stern deu uma entrevista coletiva. O principal dirigente da NBA confirmou o cancelamento de todas as partidas de novembro. O cartola já havia cancelado as duas primeiras semanas de jogos após o impasse no começo de outubro.

Com o cancelamento, a possibilidade de a temporada da NBA acontecer completa mesmo que de forma atrasada já não existe mais. Segundo Stern, em "nenhuma circunstância" o campeonato 2011/12 do basquete norte-americano irá ser disputado em sua totalidade.

Agora, a temporada chega a um total de 221 jogos cancelados. Considerando os jogos da pré-temporada já são 335 partidas que não serão realizadas.

Reunião aproxima partes e locaute na NBA pode ter desfecho

Finalmente uma boa notícia para os fãs da NBA. Após 15 horas de reunião nesta quarta-feira, o sindicato dos jogadores e os dirigentes das franquias da liga sinalizaram um possível acerto em relação ao novo acordo coletivo de trabalho. As duas partes voltam a se encontrar nesta quinta e podem colocar um ponto final no locaute.

Foram 15 horas de reunião nesta quarta-feira. O encontro entre o sindicato dos atletas e os dirigentes da NBA acabou já na madrugada desta quinta. As duas partes deixaram a reunião com declarações otimistas e com programação para um novo debate às 14h desta quinta.

"Não há dúvida de que esse encontro foi melhor do que os últimos", disse Adam Silver, vice-comissário da NBA, em entrevista ao site Real GM. "Não há dúvida que fizemos progressos em questões importantes".

Presidente do sindicato dos atletas, Derek Fisher adotou uma postura mais contida. O armador do Los Angeles Lakers negou que o progresso tenha sido "significativo". No entanto, o representante dos jogadores apontou o avanço em "questões do sistema".

Advogado do sindicato, Billy Hunter seguiu o mesmo caminho de Fisher. O representante ainda revelou que as partes não estão discutindo a divisão da renda da liga e sim problemas no sistema do acordo.

Hunter ainda deu outra declaração que pode deixar os fãs da NBA mais animados. Segundo o representante dos atletas, há planos para manter a temporada intacta e com todas as equipes jogando 82 partida. Para isso, o acerto precisa sair até o final desta semana.

Turnê de astros da NBA tem datas definidas e já começa no domingo

Quem quiser acompanhar os grandes astros da NBA em ação já tem data certa para fazê-lo: domingo, dia 30 de outubro. Há o que seria apenas dois dias para o começo da próxima temporada, alguns dos principais nomes da liga de basquete profissional dos EUA começarão uma turnê mundial de seis partidas de exibição que pode render até US$ 1 milhão.

De acordo com o site norte-americano ESPN, a turnê chamada World All-Star Classic deve ser oficialmente divulgada nesta quarta-feira. Serão seis jogos de exibição. O primeiro deles acontecerá já neste domingo em Porto Rico. Londres receberá duas partidas e em seguida será a vez de Macau. A Austrália fechará a turnê com dois jogos.

O primeiro jogo em Londres está marcado para o dia primeiro de novembro, data antes reservada para a abertura da temporada 2011/12 da NBA. Dois dias depois. Os astros voltam a jogar em solo britânico. A partida em Macau acontece no sexto dia do mês. Já os jogos em Melbourne serão feitos nos dias oito e nove.

De acordo com a publicação, Kobe Bryant, Dwight Howard, Dwyane Wade e Kevin Durant são os quatro principais nomes dos eventos. Os outros 14 atletas ainda devem ser divulgados. Fontes próximas aos envolvidos dão conta que LeBron James, Chris Bosh, Amare Stoudemire, Blake Griffin, Carmelo Anthony, Chris Paul, Paul Pierce, Kevin Garnett, Carlos Boozer, Tyson Chandler, Steve Nash, Kevin Love, Rajon Rondo e Chris Kaman serão os outros selecionados.

Melhor jogador da última temporada, Derrick Rose também fazia parte dos planos dos organizadores da turnê. No entanto, o armador do Chicago Bulls alegou compromisso com outros eventos e não seguirá viagem. Russell Westbrook do Oklahoma City Thunder é outro que não fará parte do elenco.

Os valores pela turnê não serão divididos de forma igual entre todos os atletas. O valor máximo que um jogador pode receber pelo período é US$ 1 milhão. No entanto, de acordo com a publicação, boa parte do arrecadado será doado para instituições de caridade.

NBA pode cancelar mais duas semanas da próxima temporada

Os fãs da NBA podem sofrer mais um duro golpe nas próximas horas. Isso por que David Stern, comissário oficial da liga, tem planos para cancelar mais duas semanas de jogos da próxima temporada regular.

De acordo com uma publicação feita pelo jornal norte-americano Daily News, Stern está planejando cancelar as partidas até o dia 28 de novembro. Segundo a matéria, mais 102 jogos não devem ser realizados.

Assim, a NBA chegaria a um total de 202 jogos cancelados. As cem partidas iniciais já haviam sido colocadas fora da programação da próxima temporada. Todos os amistosos da fase de preparação também não vão ser disputados.

O motivo ainda é a falta acerto na construção de um acordo coletivo de trabalho. O acordo não foi alcançado nas últimas reuniões. Ainda não há data marcada para um novo encontro.

Fontes próximas à situação afirmaram que os dirigentes planejam um acordo 50-50 de todo o faturamento da liga. O sindicato dos jogadores pedem 52%.

Astros da NBA estão próximos de acordo para turnê de exibições

A possibilidade de atuar em outras ligas agora é o segundo plano para os principais nomes da NBA. Alguns dos nomes mais famosos da liga profissional de basquete dos EUA estão em fase de fechamento de contrato para a realização de uma turnê mundial durante o período de greve dos dirigentes das franquias.

De acordo com o site norte-americano ESPN, 14 atletas dos 18 atletas procurados para fazer uma excursão pelo mundo já estão de acordo com os termos propostos. Outros quatro jogadores estão próximos de um acerto. Derrick Rose, Kobe Bryant, LeBron James e Dwyane Wade são nomes que devem estar nos eventos.

Serão seis jogos realizados a partir de 30 de outubro. A primeira partida deve acontecer em Porto Rico. Em seguida, os jogadores vão para a Europa onde farão dois jogos em Londres. Macau é o destino seguinte. A turnê será fechada com duas apresentações na Austrália.

De acordo com o jornalista norte-americano Chris Broussard, alguns atletas podem chegar a receber até US$ 1 milhão pelas seis partidas.