O ano de 2012 não começou nada bem para o Pinheiros. O time paulista foi derrotado em sua primeira partida na temporada. Jogando fora de casa, a equipe foi superada pela Liga Sorocabana e viu sua série de invencibilidade ruir.
Jogando no Ginásio Municipal Dr. Gualberto Moreira em Sorocaba, o Pinheiros foi derrotado por 99 a 95 na noite desta quinta-feira. O jogo foi o primeiro da equipe em 2012 e representou apenas a segunda derrota em dez partidas na quarta edição do NBB.
Com o revés diante da Liga Sorocabana, o Pinheiros viu o seu bom momento na temporada chegar ao final. O time da capital paulista possuía uma série de seis vitórias consecutivas. A última derrota da equipe havia acontecido no dia 24 de novembro no embate contra o Uberlândia.
O resultado negativo desta quinta-feira ainda representou a queda da equipe na tabela. O Pinheiros começou a rodada como líder do campeonato. No entanto, o revés derrubou o time para a terceira colocação, atrás do Flamengo e do Uberlândia.
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Franca quebra série negativa e volta a vencer no NBB
Finalmente o Franca voltou a vencer no NBB. Após cinco derrotas seguidas, o time francano voltou a sentir o gosto da vitória. Mesmo jogando fora de casa, a tradicional equipe do interior paulista mostrou força e derrotou a Liga Sorocabana por 80 a 70 na tarde deste sábado.
Finalista da terceira edição do NBB, o Franca entrou em quadra Ginásio Municipal Dr. Gualberto Moreira pressionado pelo seu pior momento na história da competição. O time francano vinha de cinco derrotas consecutivas e ocupava apenas a antepenúltima colocação na tabela.
Apesar dos resultados negativos nas últimas rodadas, Franca mostrou por que era tido como um dos favoritos ao título antes do começo da disputa. Com boa atuação do norte-americano Eddie Basden que marcou 22 pontos, a equipe conseguiu o segundo triunfo em oito jogos.
Apesar da quebra de um jejum que durava desde o dia 21 de novembro, o Franca não conseguiu melhorar muito a sua situação na tabela. A equipe aparece apenas na décima segunda colocação na classificação geral do NBB.
Confira os outros jogos deste sábado
Bauru 84-86 Uberlândia
Minas 83-72 Uberlândia
Brasília 82-76 Limeira
Joinville 74-82 Tijuca
Vila Velha 78-81 Paulistano
Finalista da terceira edição do NBB, o Franca entrou em quadra Ginásio Municipal Dr. Gualberto Moreira pressionado pelo seu pior momento na história da competição. O time francano vinha de cinco derrotas consecutivas e ocupava apenas a antepenúltima colocação na tabela.
Apesar dos resultados negativos nas últimas rodadas, Franca mostrou por que era tido como um dos favoritos ao título antes do começo da disputa. Com boa atuação do norte-americano Eddie Basden que marcou 22 pontos, a equipe conseguiu o segundo triunfo em oito jogos.
Apesar da quebra de um jejum que durava desde o dia 21 de novembro, o Franca não conseguiu melhorar muito a sua situação na tabela. A equipe aparece apenas na décima segunda colocação na classificação geral do NBB.
Confira os outros jogos deste sábado
Bauru 84-86 Uberlândia
Minas 83-72 Uberlândia
Brasília 82-76 Limeira
Joinville 74-82 Tijuca
Vila Velha 78-81 Paulistano
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Lance Livre Entrevista: Rinaldo Rodrigues, presidente da Liga Sorocabana
O NBB terá um número recorde de participantes na próxima temporada. Serão 16 times no total. Entre eles, um novato: A Liga Sorocabana de Basquete. Presidida e dirigada em quadra por Rinaldo Rodrigues (acumula as funções de presidente e treinador), a equipe tentará ser "o caçula atrevido" na quarta edição do campeonato.
Após 14 anos de trabalho, a Liga Sorocabana finalmente atingiu a maior competição nacional. Criada em 1997, a equipe disputará o NBB pela primeira vez na temporada 2011/12. O time quer aproveitar o "momento mágico" vivido pelo basquete brasileiro após a classificação para os Jogos Olímpicos de Londres 2012 para consolidar-se no cenário nacional e também para contribuir com o desenvolvimento da modalidade.
Confira o bate bola que o presidente da LSB fez com o Lance Livre
Como você vê a situação atual do basquete brasileiro e como enxerga a Liga Sorocabana neste cenário?
Vejo que o basquete brasileiro passa por um momento mágico. É o momento de buscar o respeito. A LSB chegou no campeonato nesse grande momento olímpico do esporte, então estamos no lugar certo pelo trabalho de 14 anos e na hora certa. Isso é fruto de muito trabalho. Sorocaba está abraçando o basquete de volta.
O NBB está indo para a sua quarta edição e a cada temporada consolida as competições nacionais. O que falta ao campeonato para atingir o grande público?
Acredito que o que faltava era a decolagem da Seleção Brasileira. Hoje o Brasil tem ídolos como Huertas, Rafael Luz que saíram da nossa região. Marquinhos, Guilherme Giovannoni... Todos esportes não funcionam sem ídolos e hoje esses nomes estão na boca do povo. Iremos trazer o publico de volta. Por exemplo: em Sorocaba todos querem ver Marcelo Machado, Guilherme, Alex Garcia em nosso ginásio.
A classificação da seleção brasileira para os Jogos Olímpicos de Londres pode alavancar um novo crescimento do basquete no país?
Temos que saber aproveitar esse momento mágico e não descer mais.
O basquete rivalizou com o vôlei por muito tempo pelo segundo lugar entre os esportes favoritos dos brasileiros. Atualmente, a Superliga e os jogos da seleção de vôlei passam na televisão aberta. Tal fato que não acontece com o basquete. Como fazer para recuperar esse espaço?
Recuperar o espaço não sei, mas sim conquistar o nosso. O espaço de quem ama basquete, esse esporte maravilhoso. O esporte precisa de ídolos e hoje temos alguns brasileiros e até argentinos.
A Liga Sorocabana foi confirmada no NBB ao lado de outras 11 equipes. Times tradicionais e que também disputaram o último campeonato tiveram que esperar. Como foi apresentado o projeto da sua equipe e como o processo se desenvolveu?
Mostramos muito trabalho para administração da NBB. Muitos sonhos de poder colaborar com o crescimento do esporte. O NBB quer isto, projetos concretos. Chegamos para aprender com eles e poder ajudar a reerguer o basquete. Acredito que falta pouco para isso.
Como foi receber a notícia de que o projeto para colocar Sorocaba na disputa nacional estava finalmente concretizado?
Se eu falar para você, que até hoje não caiu a ficha... Aos pouquinhos estamos vendo dia a dia, porque o trabalho aumentou muito. É um momento de reflexão de tudo que passamos desde o primeiro patrocínio até hoje. É muita emoção e divido com todos que estiveram nesses 14 anos no projeto.
Em entrevista ao Tem Esporte no começo de setembro, você comentou sobre a busca por novos patrocinadores. Como está a aproximação com novos parceiros?
Há um esforço muito grande da cidade. Quando há esforço sempre acontece algo. A LSB não quer ser mais uma equipe na NBB. Ela tem sonhos de ser grande em breve. Pode ser uma grande experiência de muitas alegrias para Sorocaba que hoje não tem nenhum esporte disputando uma competição dessa grandeza.
Como você projeta a participação de sua equipe na estreia no NBB? Em que faixa da tabela você prevê a briga da Liga Sorocabana?
É difícil prever alguma coisa. Podemos ser aquele caçula atrevido cheio de vontade... Esperamos apenas isso da nossa equipe. Iremos amadurecer dentro do campeonato.
A equipe tem feito uma campanha regular no Campeonato Paulista. Há possibilidade de reforços para o NBB?
Teremos três reforços e não vamos ter os problemas que tivemos no começo do Campeonato Paulista. Foram contusões e o visto do nosso norte-americano. Hoje está tudo no caminho certo.
A estreia da Liga Sorocabana acontece no dia 19 de novembro contra o Vila Velha em Sorocaba. Como estão os preparativos? Já há algo planejado para chamar a torcida?
Iremos preparar muitas promoções nos jogos para deixar nossa torcida sempre contente. Estamos conversando com alguns reforços para ver se encaixa na filosofia da LSB de imediato. Um auxiliar técnico para ser o futuro técnico também,
Você acumula duas funções. É presidente e também treinador da equipe. Qual a diferença do Rinaldo do escritório para o Rinaldo do banco de reservas? Qual dá mais dor de cabeça?
Quando você trabalha com metas, objetivos, e sonhos não existe cansaço. Ainda mais agora. Sou um cara abençoado, pois em um momento estou de presidente e de repente estou de bermuda dando treino. A maior dor de cabeça é a de fazer o atleta entender que aqui foi tudo conseguido com muito esforço. Não tem outro caminho e é isso que cobramos deles e às vezes eles não aceitam.
E os jogadores? Como lidam com isso?
Eles às vezes ficam confusos e demoram a entender. Um dia tivemos uma pequena crise aqui e meu fisioterapeuta me disse que eu precisava ser técnico estava agindo só como presidente Tive que concordar e procurar melhorar.
Como é a sua preparação para os jogos?
Procuro não falar com ninguém e ficar focado no jogo que vai acontecer. Pensar nos pontos fortes e fracos do adversário, conversar com os atletas. Quando os jogos são em dia de semana fica mais difícil, mas sempre há uma habilidade e uma ajuda da família. Uma frase que eu procuro usar: "somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter".
Após 14 anos de trabalho, a Liga Sorocabana finalmente atingiu a maior competição nacional. Criada em 1997, a equipe disputará o NBB pela primeira vez na temporada 2011/12. O time quer aproveitar o "momento mágico" vivido pelo basquete brasileiro após a classificação para os Jogos Olímpicos de Londres 2012 para consolidar-se no cenário nacional e também para contribuir com o desenvolvimento da modalidade.
Confira o bate bola que o presidente da LSB fez com o Lance Livre
Como você vê a situação atual do basquete brasileiro e como enxerga a Liga Sorocabana neste cenário?
Vejo que o basquete brasileiro passa por um momento mágico. É o momento de buscar o respeito. A LSB chegou no campeonato nesse grande momento olímpico do esporte, então estamos no lugar certo pelo trabalho de 14 anos e na hora certa. Isso é fruto de muito trabalho. Sorocaba está abraçando o basquete de volta.
O NBB está indo para a sua quarta edição e a cada temporada consolida as competições nacionais. O que falta ao campeonato para atingir o grande público?
Acredito que o que faltava era a decolagem da Seleção Brasileira. Hoje o Brasil tem ídolos como Huertas, Rafael Luz que saíram da nossa região. Marquinhos, Guilherme Giovannoni... Todos esportes não funcionam sem ídolos e hoje esses nomes estão na boca do povo. Iremos trazer o publico de volta. Por exemplo: em Sorocaba todos querem ver Marcelo Machado, Guilherme, Alex Garcia em nosso ginásio.
A classificação da seleção brasileira para os Jogos Olímpicos de Londres pode alavancar um novo crescimento do basquete no país?
Temos que saber aproveitar esse momento mágico e não descer mais.
O basquete rivalizou com o vôlei por muito tempo pelo segundo lugar entre os esportes favoritos dos brasileiros. Atualmente, a Superliga e os jogos da seleção de vôlei passam na televisão aberta. Tal fato que não acontece com o basquete. Como fazer para recuperar esse espaço?
Recuperar o espaço não sei, mas sim conquistar o nosso. O espaço de quem ama basquete, esse esporte maravilhoso. O esporte precisa de ídolos e hoje temos alguns brasileiros e até argentinos.
A Liga Sorocabana foi confirmada no NBB ao lado de outras 11 equipes. Times tradicionais e que também disputaram o último campeonato tiveram que esperar. Como foi apresentado o projeto da sua equipe e como o processo se desenvolveu?
Mostramos muito trabalho para administração da NBB. Muitos sonhos de poder colaborar com o crescimento do esporte. O NBB quer isto, projetos concretos. Chegamos para aprender com eles e poder ajudar a reerguer o basquete. Acredito que falta pouco para isso.
Como foi receber a notícia de que o projeto para colocar Sorocaba na disputa nacional estava finalmente concretizado?
Se eu falar para você, que até hoje não caiu a ficha... Aos pouquinhos estamos vendo dia a dia, porque o trabalho aumentou muito. É um momento de reflexão de tudo que passamos desde o primeiro patrocínio até hoje. É muita emoção e divido com todos que estiveram nesses 14 anos no projeto.
Em entrevista ao Tem Esporte no começo de setembro, você comentou sobre a busca por novos patrocinadores. Como está a aproximação com novos parceiros?
Há um esforço muito grande da cidade. Quando há esforço sempre acontece algo. A LSB não quer ser mais uma equipe na NBB. Ela tem sonhos de ser grande em breve. Pode ser uma grande experiência de muitas alegrias para Sorocaba que hoje não tem nenhum esporte disputando uma competição dessa grandeza.
Como você projeta a participação de sua equipe na estreia no NBB? Em que faixa da tabela você prevê a briga da Liga Sorocabana?
É difícil prever alguma coisa. Podemos ser aquele caçula atrevido cheio de vontade... Esperamos apenas isso da nossa equipe. Iremos amadurecer dentro do campeonato.
A equipe tem feito uma campanha regular no Campeonato Paulista. Há possibilidade de reforços para o NBB?
Teremos três reforços e não vamos ter os problemas que tivemos no começo do Campeonato Paulista. Foram contusões e o visto do nosso norte-americano. Hoje está tudo no caminho certo.
A estreia da Liga Sorocabana acontece no dia 19 de novembro contra o Vila Velha em Sorocaba. Como estão os preparativos? Já há algo planejado para chamar a torcida?
Iremos preparar muitas promoções nos jogos para deixar nossa torcida sempre contente. Estamos conversando com alguns reforços para ver se encaixa na filosofia da LSB de imediato. Um auxiliar técnico para ser o futuro técnico também,
Você acumula duas funções. É presidente e também treinador da equipe. Qual a diferença do Rinaldo do escritório para o Rinaldo do banco de reservas? Qual dá mais dor de cabeça?
Quando você trabalha com metas, objetivos, e sonhos não existe cansaço. Ainda mais agora. Sou um cara abençoado, pois em um momento estou de presidente e de repente estou de bermuda dando treino. A maior dor de cabeça é a de fazer o atleta entender que aqui foi tudo conseguido com muito esforço. Não tem outro caminho e é isso que cobramos deles e às vezes eles não aceitam.
E os jogadores? Como lidam com isso?
Eles às vezes ficam confusos e demoram a entender. Um dia tivemos uma pequena crise aqui e meu fisioterapeuta me disse que eu precisava ser técnico estava agindo só como presidente Tive que concordar e procurar melhorar.
Como é a sua preparação para os jogos?
Procuro não falar com ninguém e ficar focado no jogo que vai acontecer. Pensar nos pontos fortes e fracos do adversário, conversar com os atletas. Quando os jogos são em dia de semana fica mais difícil, mas sempre há uma habilidade e uma ajuda da família. Uma frase que eu procuro usar: "somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter".
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Próxima temporada do NBB já tem 12 equipes garantidas
O futuro do basquete brasileiro começou a ser definido nesta quinta-feira. Uma reunião com os dirigentes da LNB (Liga Nacional de Basquete) e cartolas das principais equipe determinou a participação de 12 equipes na próxima temporada do NBB, o campeonato brasileiro.
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